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Jornadas da Pastoral Juvenil - Novembro 2003

 

Acredito que ainda te lembras dessa nossa actividade. Aquelas sextas-feiras do mês de Novembro de 2003 com quatro temas distintos (e interligados) nos levaram a reflectir sobre o que é ser jovem cristão. Eis os temas: Bíblia, Família, Igreja e Eucaristia.

Podem parecer temas distantes e desconexos. Mas analisemos um por um.

 

DEUS É ESPECTACULAR (Bíblia)

Foi este o espírito da primeira acção de formação. Sem dúvida uma das acções mais animadas, toda a gente foi contagiada com a alegria da Irmã Ercília e a sua espectacular vivência da fé. Sempre inspirada na Bíblia para justificar cada ponto debatido, fez ver a cada um dos presentes como a Bíblia pode ser muito mais do que aquele livro grosso, sem ilustrações e por vezes complicado e, pode dar a cada um de nós, belas lições de vida a ajudar-nos a traçar caminhos mais correctos. Com a Irmã Ercília, podemos constatar a enorme alegria sentida por quem procura e deixa a força de Cristo dentro de si. São admiráveis as maravilhas que Deus pode fazer em nós, basta que nós deixemos.

No final dessa noite, pairava em nós uma única certeza:

- “DEUS É MESMO ESPECTACULAR!!!”

 

(“A Luz do Amanhã” – Oliveira)

 

FAMÍLIA DO ONTEM, DO HOJE E DO AMANHÃ (Família)

Aquilo que pensamos sobre a família, (resumidamente) foi o que já dissemos e que reproduzimos abaixo. Tudo o mais que dissemos, não é só o que pensamos mas sobretudo o que vivemos. É o nosso testemunho de vida, como sempre definimos. Assim:

“Nossa opinião sobre razões de ser da família.

*Espaço privilegiado para:

-Vivência do amor,

-Para a entrega total.

-Para a doação,

-Para as relações mais profundas e verdadeiras.

 

*Cria-se assim um espaço, um ambiente propício à transmissão da vida e de crescimento humano e espiritual. Isto é, da pessoa em todas as dimensões, e à vivência de valores que dignificam as pessoas, as famílias e a sociedade. São valores como:

- Respeito pelo “outro”, tolerância, tomada de consciência do valor da pessoa como tal, da solidariedade, da Justiça, da partilha, da entre-ajuda, da coerência, da responsabilidade, do diálogo, da renúncia; das opções, da correcção mútua, da Liberdade...”

 

Pensamos que estes são os pilares da família, de ontem, de hoje e do futuro! Temos no entanto consciência que as exigências e as formas de serem postos em prática, são diferentes e ajustáveis aos tempos e à evolução constante.”

 

(Lurdes e Zeca, pais do João Linhares)

 

A Igreja de Ontem, de hoje e de amanhã

(Igreja, Ontem, Hoje e Amanhã)

 

Nos esquemas de pensamento e nas conversas da maioria dos nossos jovens – para não dizer dos jovens em geral -, a igreja é vista e apontada como sendo antiquada, retrógrada, velha, “parada” no tempo, sem evolução notória, quando comparada com a sociedade hodierna ( falta saber se podemos chamar “evolução” a todas as transformações que ocorrem na nossa sociedade, mas isso é uma outra questão embora muito pertinente!) . A jornada de formação do dia 21 de Novembro, em La Salle, permitiu desmistificar estas ideias erradas sobre a Igreja, que em última análise, nos dizem directamente respeito, uma vez que somos essa Igreja, as pedras vivas do templo do Senhor. Neste sentido e para termos uma opinião crítica sobre a igreja, sobre este povo de baptizados, é fundamental sabermos realmente o que é a Igreja, donde ela vem e para onde caminha. Fizemos, assim, uma longa viagem ao passado, até às origens: partimos das perspectivas bíblicas do Antigo e Novo testamento e caminhamos até aos dias de hoje. Da concepção de “Igreja” como povo convocado por Deus (AT), sendo a primeira paragem o chamamento de Jesus Cristo parta formar a “sua comunidade”, passando pelo marco fundamental da igreja – Pentecostes – fomos percorrendo os vários séculos da história da Igreja, destacando o Concílio de Trento (Séc XVI), o Concílio Vaticano I (Séc. XIX) e o Concílio Vaticano II (Séc XX). Esta viagem ou retrospectiva desfez, certamente, muitos esquemas e/ou preconceitos. O que é característico da história universal, são os seus altos e baixos, os avanços e recuos. A própria história da igreja passou e passa por fases idênticas em que nem tudo é positivo nem tudo é negativo. Uma coisa é certa: na Igreja de todos os tempos, houve sempre santos e pecadores! O que terá ficado, sem dúvida, na memória de todos, terá sido a coragem da Igreja representada na pessoa do Papa João Paulo II, em reconhecer os seus erros e ter pedido perdão pelos mesmos. Afinal, a Igreja não estagnou mas vai evoluindo, vai-se renovando, costuma dizer-se que vamos aprendendo com os erros cometidos… E a Igreja tem vindo a mostrar, durante estes séculos, ano após ano, que não quer os seus cristãos a viver fora do mundo ou zangados com ele, ou de costas voltadas para ele. Mas precisa de cristãos a viver no mundo, sem medo do mundo e com o mundo. “As alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje (…) são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes 1) . Se a Igreja fosse criação do homem, ela já seria história, um facto passado. Mas ela é de instituição divina, tem a presença e a força do Espírito Santo e por isso, tem sobrevivido aos sucessivos abalos, ás mais diversas ameaças. Cabe a cada um de nós mostrar a Igreja de “cara lavada”. A Igreja de amanhã depende de todos nós, mas principalmente dos jovens!

“Senhor, para quem devemos nós ir? Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6, 68)

 

(Diácono Daniel Pereira)

 

Eucaristia (Eucaristia, Realidade Actual)

 

Acreditando que as palavras de deus não são ultrapassadas pelo tempo fica aqui como tudo começou… a narração da nossa fé viva e actual.

 

E, chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com Ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão; pois vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus. Então havendo recebido um cálice, e tendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; porque vos digo que desde agora não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus. E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós. (Lc 22, 15-20)
 

 

© 2005-2006 Equipa Arciprestal da Pastoral Juvenil de Barcelos

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